Me tornar mãe foi indescritível.
Do dia para noite nasceu um amor sem tamanho dentro de mim.
Já estava no quinto mês de gestação quando descobri a gravidez, e o mais difícil disso tudo, foi não ter alguém pra dividir as tarefas.
Fui mãe solteira, aos vinte e um anos. A maternidade não interrompeu minha vida, ela trouxe mais vontade de concluir meus estudos e poder deixar algo positivo para minha filha.
Conciliei estudos, trabalho e dividi com minha família os cuidados com a minha bebê. Em alguns momentos levava ela junto comigo, para dar a ela um pouco de carinho, atenção e o amor que não cabe dentro de mim. Minha família me apoiou em todo momento.
Hoje ela já tem treze anos e continuo fazendo o que sempre fiz: amando ela com todas as minhas forças, sendo superprotetora, ciumenta, mas buscando levá-la para o caminho do bem.